A Igreja Católica Romana declara que sua origem é divina, proclama a si própria como a Igreja pela qual Jesus Cristo morreu, a Igreja que foi estabelecida e construída pelos apóstolosÉ esta a verdadeira origem da Igreja Católica?
Protestantes afirmam que não! Mesmo uma pesquisa superficial no novo testamento irá revelar que a igreja católica não tem sua origem nos ensinamentos de Jesus, ou de seus apóstolos. Afirmam que no novo testamento, não há menção a respeito do papado, adoração a Maria, petição por parte dos santos no céu pelas orações entre outras coisas...
Pesquisando o novo testamento, de fato não há como ser “cara de pau” e afirmar que Jesus não criou a igreja católica. SIM! Ele é a origem! Mas também não temos nada no novo testamento que nos faça entender os costumes católicos citados e reprovados pelos protestantes! Sendo assim, podemos deduzir até de forma fácil que, a Igreja criada por Jesus sofreu sérias modificações em algum momento da história.
Se voltarmos ao tempo e verificarmos os primeiros anos da história cristã, iremos constatar uma terrível perseguição do império romano aos cristãos, que durou algo em torno de 280 anos e só teve fim depois da “conversão” do imperador romano Constantino.
Constantino “legalizou” o cristianismo. Imaginou o cristianismo como uma religião que poderia unir o império romano que já começava a se enfraquecer e a se dividir.
Mas essa legalização do cristianismo não foi nada positiva para a igreja criada por Jesus Cristo. Motivos? O império romano mesmo em declínio era grande e vasto, infelizmente Constantino não acreditou que todos aceitariam abandonar seus credos religiosos para abraçar o cristianismo. Ele próprio não abraçou verdadeiramente a fé cristã. Continuou com muitos de seus credos pagãos e práticas nada cristãs. Então, numa jogada política, promoveu pessoalmente a “cristianização” de crenças pagãs. Nesse dia a igreja criada por Jesus Cristo foi envenenada por Roma, foi nesse dia que crenças não-bíblicas ganharam nova identidade “cristã”.
Seguem-se alguns claros exemplos disso:
- O culto a deusa-mãe do Egito (Ísis) e esta religião foram absorvidas no cristianismo. Ísis era conhecida como “rainha dos céus”, “mãe de Deus” e theotokos” (a que carregou a Deus)... Existiam no império romano, muitos seguidores de Ísis e com o objetivo de atrair os adoradores de Ísis para uma fé que, de outra forma, não abraçariam, a solução foi pegar Maria (mãe de Jesus) para substituir Ísis. A Maria foi dado um papel exaltado na fé cristã, muito além do que a bíblia a ela atribui.
- A maioria dos cidadãos romanos acreditava na existência de muitos deuses, mas davam atenção especial a um deus em particular, Por exemplo, o deus romano Júpiter era considerado supremo acima dos outros deuses. Quando a Igreja católica viu que essas crenças poderiam ser de grande ajuda na sua aceitação frente ao povo, não perdeu tempo e assim como havia um deus do amor, um deus da paz, um deus da guerra, um deus da força, um deus da sabedoria, etc. A igreja Católica providenciou um santo “responsável” por cada uma destas coisas, e muitas outras. Assim como muitas cidades romanas tinham um deus específico para ela, também a Igreja Católica providenciou “santos padroeiros” para as cidades.
Muitos outros exemplos poderiam ser dados. Para não agigantar o artigo, estes dois devem ser suficientes para demonstrar que realmente aconteceu uma modificação na igreja deixada por Jesus. E sabemos que essa modificação se iniciou no tempo do imperador romano Constantino.
A Igreja Católica Romana nega a origem pagã de seus credos e práticas. Mas tem um ditado antigo que diz: “Se você não quer ouvir a verdade ninguém pode dizê-la a você”.
II Timóteo 4:3-4 declara: “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.”
(Texto sem revisão, é claro)
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